Em momentos de crise e desemprego, muitos recorrem ao que tem em mãos para quitar suas dívidas e aliviar o sufoco financeiro da família.

Nesse sentindo, o penhor de joias e outros bens é uma das saídas encontradas quando a situação aperta. 

A penhora de joias feita pelo banco é de responsabilidade do banco, que deve arcar com prejuízos, furtos ou roubos.

Um cliente de banco que deposita suas joias em um cofre tem direito a ser ressarcido com o VALOR INTEGRAL e de mercado dos bens, caso tenham sido furtados após assalto na agência.

A instituição NÃO pode limitar, por meio de contrato, o valor a ser devolvido.

O que o banco faz nessas situações é notificar o contratante e pagar uma indenização equivalente a uma vez e meia a importância de avaliação referida na cautela.

Entretanto, tal disposição contratual que limita a indenização em caso de roubo viola o Código de Defesa do Consumidor.

Ninguém deveria aceitar essa indenização antes de consultar um advogado de sua confiança, pois a partir do momento em que recebe essa quantia e assinou um contrato, não terá mais nenhum direito além do valor então pago.

Nesses casos é possível uma ação judicial, cuja indenização pode chegar até dez vezes o valor da avaliação lançado na cautela de penhor, o que faz com que o contratante elimine o prejuízo material decorrente do roubo.

Fica a dica!!

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